Amei este post que fala sobre o consumo de alimentos no blog Leaving Trails. Como é em ingrêis vou tentar resumir:

Nós agrupamos os assuntos da vida em categorias, como dividir algo complexo em pequenas caixas para facilitar a visão e a compreensão, para simplificar a tomada de decisões. Por que as decisões pequenas e repetitivas são tomadas sem pensar? Antes de comprar um imóvel ou automóvel  pesquisamos bastante, comparamos e procuramos conhecer tudo sobre o produto. Mas para escolher um alimento, simplesmente consideramos o sabor, o cardápio da semana anterior, a embalagem. Não sabemos de onde vem, como foi produzida, o que contém. Pensamos na segurança que um carro oferece, mas logo com a comida, tão íntima e necessária, que colocamos dentro do nosso corpo, não consideramos segurança. Mesmo os que tem mais anos de estudo muitas vezes não sabem plantar, colher nem preparar um alimento sequer…

E nas escolas? Ensina-se matemática avançada sem o básico de carpintaria, finanças ou investimentos. Ensina-se ciências sem antes abordar o básico de astronomia ou técnicas de navegação. Como as crianças podem se interessar por um conhecimento para o qual nem sempre veem utilidade? Sugiro revisar o programa de acordo com o que é necessário no mundo de hoje e abrir possibilidades para personalizar mais e padronizar menos. Para os fãs de Lost, fica claro que providenciar alimento e água, construir um abrigo e ter dinheiro são habilidades essenciais. Tem algumas “escolas verdes” nas quais as crianças plantam, regam, colhem e fazem uma compostagem, além de painéis solares.

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