do livro  Morte, o Estágio Final da Evolução:

“Não precisamos nem devemos esperar que a morte bata à nossa porta para começarmos realmente a viver.”   …  

“Uma pessoa pode viver mais em 18 anos do que outra em 80. Para nós, viver não significa acumular freneticamente uma quantidade e uma soma de experiências fantasiadas pelos outros. Pelo contrário, é preciso viver cada dia como se fosse o único, encontrar um sentido de paz e força que combata as decepções e dores da vida, ao mesmo tempo em que é preciso sempre esforçar-se por descobrir veículos que tornem mais acessíveis, aumentem e alimentem as alegrias e delícias da vida.”  … 

“Observar e alegrar-se com o brotar das folhas na primavera, admirar a beleza do nascer do sol a cada manhã e do por-do-sol ao anoitecer, consolar-se com um sorriso ou um gesto de outra pessoa, observar com surpresa o crescimento de uma criança e partilhar a maneira de ser maravilhosamente ‘sem complexos’ entusiástica e confiante da criança em relação à vida.”  … 

“Se realmente desejamos viver, devemos ter a coragem de reconhecer que a vida é, no final das contas, muito curta e que tem importância tudo o que fazemos. No entardecer de nossa vida queremos esperançosamente ter a oportunidade de recordar e dizer: ‘Valeu a pena, realmente vivi!’ “

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