Orientei insistentemente uma pessoa que ganha um salário mínimo a guardar 10% todo mês. Fazendo isso  regularmente já encarou 2 emergências importantes com esta reserva. Hoje chegou chorando com 500,00 em notas de 50,00 totalmente mofadas, economias de quase um ano. Ela resolveu guardar em um guarda-roupas esquecendo-se de que lá formava mofo, diferente do que eu recomendei, claro. Pediu para depositar na minha conta e eu sacar para ela, me oferecendo 50,00 – só se eu não tivesse nenhuma vergonha na cara!

Copiado do site do Banco Central: (vale à pena visitar)

3. As pessoas, físicas ou jurídicas, são obrigadas a receber cédulas rabiscadas, rasgadas e coladas ou faltando pedaço?

Não. Toda cédula danificada só vale para ser depositada, trocada ou utilizada para pagamento em estabelecimento bancário, que a enviará ao Banco Central para ser destruída.

4. Um pedaço de cédula tem valor?

Sim. Uma cédula que apresente nitidamente mais da metade do tamanho original em um único fragmento pode ser substituída, depositada ou utilizada em pagamentos diretamente na rede bancária, ou trocada no Banco Central.

2. Cédulas dilaceradas – são aquelas que se encontram com algum dano, podendo apresentarem-se inteiras ou fragmentadas, devendo, neste último caso, possuírem mais da metade de seu tamanho original em um único fragmento. Têm valor somente para depósito ou troca na rede bancária. Os bancos devem recebê-las do público e trocá-las por seu valor integral ou aceitá-las em depósito. Posteriormente, essas cédulas devem ser encaminhadas ao Banco Central para destruição.

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