agosto 2011


Segundo o blog do Estadão, Gostar de Rock Pesa Favoravelmente na Avaliação Profissional! Cada vez mais as características pessoais, o comportamento, os comentários em redes sociais são levados em consideração pelas empresas. Vale a pena ler também os comentários polêmicos…

Já alertamos para o uso abusivo dos antibióticos e dos produtos que eliminam 99% dos germes. Agora vejam no artigo da revista Newsweek porque o excesso de exames pode fazer muito mal à saúde – One Word Can Save Your Life: No.

Além do óbvio, que é a enorme perda de tempo e dinheiro, eles falam sobre os  falsos positivos, tumores que acabariam regredindo por si mesmos, entre outras coisas. Sem negar a importância da medicina preventiva, somente estimulando um senso crítico, o direito de dizer não para o excesso.

Uma médica me disse que algumas vezes teve a impressão de que o paciente foi lá por estar simplesmente carente de atenção… Neste caso, será que não vale mais à pena investir mais nos relacionamentos familiares, amorosos e de amizade? Mais lazer e terapias diversas, para conversar, receber uma massagem, relaxar, cuidar da beleza, da boa-forma e do bem-estar podem ser mais produtivo e saudável do que embarcar em investigações médicas! Ao consumir uma cirurgia ou tratamento super caro, certifique-se de quantas pessoas efetivamente melhoraram ou prolongaram a sua vida com isto.

A revista Vida Simples fala sobre os laços que nos afetam, explicando a teoria dos 6 graus de separação e outros estudos que foram feitos provando que influenciamos e somos influenciados pelos outros. Ela também coloca as crenças em xeque, assunto sempre pertinente.

Poucas pessoas vivem realmente isoladas, a maioria de nós causa impacto no ambiente e sofre influência dele. Cada vez que prosperamos, nossa família é beneficiada, não apenas pela parte financeira diretamente, mas pela tranqüilidade, além de gerarmos empregos, por exemplo. A cada crise que atravessamos, acabamos sem querer levando outras pessoas junto, ao tentar resolver nossos problemas muitas vezes acontece de criarmos problemas para quem está próximo, justamente aqueles que estimamos. Isso frequentemente resulta em brigas, separações e desentendimentos.

“Efeito manada” é o termo usado para um indivíduo que imita as ações de um grupo maior, porque admira os resultados deste grupo ou simplesmente porque está inserido nele.  Errar sozinho parece mais estressante do que errar acompanhado, ser diferente pode provocar rejeição e até exclusão do grupo e solidão.  A maioria dos seres humanos gosta de sentir-se parte de algo maior, uma comunidade, e sente-se constrangido em assumir posturas contrárias ao padrão.

Claro que existe diferença entre uma equipe e um simples grupo de pessoas.  Na equipe, cada um está em seu melhor lugar, exercendo sua capacidade e interrelacionando-se com os outros integrantes em sinergia, aprendizado e trocas. Neste caso, o objetivo do grupo não sufoca a identidade de cada um, pelo contrário, a desenvolve ainda mais.  Talentos e habilidades natas terão a oportunidade de lapidar-se até atingir a excelência, o máximo do seu potencial. Por exemplo, uma família unida.

Uma pessoa convincente que tenha seus “achismos” e teorias sobre as finanças, pode influenciar várias outras ao seu redor, não pela precisão dos dados, mas pela maneira persuasiva que os comunica.  As crenças mais destrutivas, os preconceitos mais incorretos, os medos mais paralisantes, podem ser trazidos a nós justamente por aqueles que amamos.  Ainda que tenham boas intenções como alertar e prevenir, por se importarem de verdade, eles próprios estão enganados e, portanto, sem condições de ajudar.

A plenitude da saúde financeira pode ser diferente para você e para o seu vizinho. Se você seguir os passos dele, ainda que ele obtenha sucesso, você pode não “chegar lá” porque não é do seu estilo, perfil de risco nem modelo mental.  Procure o seu próprio caminho para atingir o sucesso na justa medida dos seus valores, desejos e necessidades.

Depois do polêmico programa A Liga ter denunciado esquemas de trabalho escravo envolvendo os bolivianos costurando para um fornecedor da loja Zara, muitas pessoas ficaram chocadas e outros nomes ficaram em evidência: Collins, Pernambucanas, C&A, 775 e Marisa.

Os escravos modernos não tem cor ou raça específica, mas trabalham duro e ganham pouco dinheiro, liberdade restrita, baixo conforto e segurança precária. No final do processo, a maioria destas roupas é vendida a centenas de reais e cada um dos trabalhadores recebeu apenas alguns centavos por ela. Confira na revista Exame.

Aproveitar-se do desespero alheio não é inteligência financeira!

Mais um comercial daquele tipo perfeito para deturpar as suas ideias sobre dinheiro e o relacionamento entre pais e filhos.  Filhos interesseiros, que abraçam os pais ao som de pérolas como: quer conquistar seus filhos deste jeito?  Eu não, obrigada!  E o comercial anterior, dos smartphones era tão bacana…

Inacreditável mesmo, como diz a música!

Ao escolher um imóvel para comprar ou alugar você considera a iluminação? Quem está construindo, lembre-se deste item tão importante!

O blog Amélias traz um ótimo artigo sobre a influência da iluminação e até mesmo das cores (afinal elas podem refletir mais ou menos luz) na sua saúde e qualidade de vida.

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Mistérios que eu já vi acontecer:

A pessoa está “dura”, com pouco dinheiro na carteira e no banco, com dívidas e preocupada com isto. Ela começa a esquecer de levar o cartão ou o talão de cheque ou até mesmo esquece a carteira toda. Quando precisa gastar, tem um grande problema, fora que é perigoso sair assim tão desprevenido…

A pessoa gastou demais e se arrependeu, sente a consciência super pesada mas já não há como desfazer as compras ou desistir dos compromissos que assumiu. Ela começa a perder coisas, “esquecer” óculos, celular, casaco ou até a bolsa inteira…

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