janeiro 2012


Problemas com peso trazem problemas financeiros

Muitas pessoas em eterno regime reclamam de suas dificuldades financeiras decorrentes do excesso de peso ou do efeito sanfona. Parece que existe uma ditadura da magreza que facilita tudo para as pessoas magras e dificulta a vida das pessoas gordas. Minha intenção é incentivar a saúde e um peso equilibrado, bem como alertar para preconceitos e injustiças.

Quando a quantidade de alimentos consumida é maior, obviamente o gasto também é. Ao entrar em dieta alimentar daquele tipo que dá preferência aos produtos light ou diet, paga-se mais caro por eles. Quando existe compulsão, podem acontecer imprevistos do tipo acabar repentinamente um estoque que deveria durar dias e ter que comprar mais. Médico que acompanha a dieta, remédio, nutricionista, spa, todo o tratamento tem um alto custo. As pessoas magras costumam gastar menos com alimentação, mas claro que há exceções, alguns magros praticam todos os gastos citados acima. Lembro que existem alternativas alimentares naturais e simples, como sempre mostramos aqui.

Outro assunto é o vestuário. No Brasil, várias confecções e lojas param no 44 e não querem ter uma gordinha vestindo suas roupas. As roupas em tamanhos maiores do que o 44 são difíceis de encontrar, muitas vezes só mesmo em lojas especializadas. Difícil mesmo é desembolsar por elas um valor bem maior sem que elas sejam assim tão especiais. As pessoas magras tem menos preocupações de modelo que valoriza isto ou esconde aquilo. Elas tem mais opções de lojas e marcas, desde as realmente baratas até as realmente chiques, enquanto as numerações maiores dificilmente fogem das lojas meio termo com modelos simples e conservadores. São coisas que não me parecem muito justas ou corretas por parte das empresas.

É comum que os adeptos de dietas alimentares tenham um estoque de roupas em diferentes tamanhos, para acompanhar as variações da balança. Isso provoca certa confusão: guardar a roupa maior parece desperdício e pessimismo, guardar a roupa menor parece ilusão, porém não guardar parece risco de ter que encarar novamente a maratona de lojas especializadas e gastos exorbitantes. A instabilidade do peso gera além dos problemas de saúde, a necessidade de manter peças duplicadas.

Ao usar qualquer tipo de transporte público, os assentos, banheiros e corredores parecem desenhados para os esbeltos. A classe econômica dos aviões pode ser extremamente desconfortável para alguém acima do peso e a diferença de preço para a classe executiva já é enorme, primeira classe então nem se fala. Manter alguém apertado e preso em uma única posição faz a circulação ficar prejudicada, trazendo mais riscos à saúde. As cadeiras e bancos de plástico estão por todo lado, até mesmo em bares, restaurantes e festas. São baratinhos, leves e fáceis de limpar, mas não suportam muito peso. Economiza-se em espaço e material, mas perde-se em satisfação de uma grande quantidade de consumidores.

A obesidade é um problema mundial e sempre foi comum nas classes sociais mais altas e agora tem crescido assustadoramente entre as pessoas de baixa renda. Hábitos alimentares pouco saudáveis, stress e sedentarismo reduzem a qualidade de vida e aumentam os custos das famílias e do governo. Tudo isto aliado à falta de informação pode ser desastroso. A oferta de trabalho e até mesmo o salário são menores, para alguns cargos, quando a pessoa está acima do peso, como tudo o que se refere à aparência. Cabe ao empregador evitar o preconceito e o empregado cuidar-se mais.

O lado financeiro da briga com a balança pode ser um incentivo não somente por todos os problemas mencionados acima.  Há casos muito interessantes de pessoas que perderam peso para ganhar uma aposta com amigos em que cada um colocava um determinado valor e aquele que finalizasse o período com a maior diferença levava todo o montante. Também se pode entrar em uma nova forma física motivado por algum concurso, campeonato ou qualquer coisa que ofereça um gordo prêmio em dinheiro! Claro que tudo devidamente acompanhado por um programa de exercícios e cuidados médicos…

 

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O que levar na bagagem de mão é o tema discutido nesta página, leia também os comentários que mostram diferentes opiniões. Algumas pessoas a consideram desnecessária e outras imprescindível. Gostei do resuminho que está no meio do texto.

Cliente minha mudou de uma mansão para um sobrado comum (e alugado), em um bairro vizinho e de mesmo perfil, pertinho da escola. Ela simplificou e ganhou muita qualidade de vida, ganhou tempo e economizou dinheiro. Vejo frequentemente uma tendência de querer morar em imóveis grandes sem ter um real motivo para isso, mas nem sempre vale à pena e complica bastante a vida. Agora ela tem menos assuntos para cuidar, menos empregados, menos trânsito e mais tranquilidade – não precisa ser definitivo, mas já deu um fôlego.

No vídeo do TED, Graham Hill fala que menos pode muitas vezes significar mais, menos coisas e mais felicidade.

O Estadão alerta para uma coisa que todos os consumidores espertos já perceberam: a maioria dos objetos é fabricada com data para “morrer”. Então, além de você ser pressionado a querer, você é obrigado a trocar de modelo mesmo que não queira. Foi produzido um documentário sobre isto, chamado The Light Bulb Conspiracy, confiram o trailer no final do texto.

Conforme várias pesquisas comprovam, o stress na primeira infância é extremamente prejudicial para a saúde emocional, física e mental da pessoa.

A parte principal da solução é gratuita, com carinho, afeto e cuidados, se possível dos pais ou cuidadores.

Outra parte também muito importante vem das instituições de ensino e do governo. O Estadão entrevista o pediatra Jack Shonkoff, do Centro para o Desenvolvimento Infantil, de Harvard, destacando o investimento na primeira infância como o que traz o melhor retorno!

Fico chocada com as propagandas de inseticida que mostram a mãe borrifando grenerosamente inseticida na casa toda, inclusive perto de crianças e animais! Mais uma coisa bizarra que aparece na tv como se fosse normalíssima…

Vamos nos informar sobre esses produtos que são feitos para MATAR os insetos, que muitas vezes são bem resistentes, como baratas por ex. Pesquise e pergunte aos químicos e médicos que você conhece. O Ministério da Saúde tem dado alertas contra o uso indiscriminado de inseticida, ouça.

Cuidado extra com os VENENOS – sim, não são simples repelentes nem muito menos “remédios” como alguns chamam – que sejam de choque (matam na hora) ou de longa duração (residuais), eles são ainda mais TÓXICOS a nós e nossos animais domésticos. Já basta os agrotóxicos que consumimos sem querer nos alimentos e bebidas…

Sugiro reduzir o consumo e usar com muito critério os inseticidas! Busque alternativas como o álcool 90º para borrifar um jato diretamente no inseto, armadilhas caseiras para pernilongos e iscas para baratas (pelo menos o veneno fica escondido).

Temos uma nova lei mais rígida para manter as calçadas da cidade de São Paulo, fique atento se você mora em São Paulo, mesmo que seja em imóvel alugado.

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