junho 2012


O Portal da Transparência publicou o salário dos servidores do Poder Executivo Federal, consulte a parte dos Servidores e frequente o portal para saber mais.

O governo anunciou compras de 8,4 bilhões para tentar estimular o crescimento do Brasil, veja no G1 a matéria com a “lista de compras”.

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Deixar o “seu gerente” escolher os seus investimentos é como ligar para a pizzaria antes de pensar na pizza que vai pedir e perguntar o que eles acham que você deve comer.

Depois de ter escolhido pelo menos alguns ingredientes, ter consultado as outras pessoas que dividirão a pizza com você e ter lido e entendido o cardápio, aí sim você pode perguntar detalhes ao pessoal do restaurante e escolher a azeitona.

Se você acha o mundo dos investimentos técnico e fechado, pior ainda deixar o gerente decidir, seria como delegar sua decisão ao garçom sendo que você nem ao menos conhece bem os queijos e acha que mangericão e orégano são a mesma coisa…

Mais usos para o rolinho de papel higiênico, coisa que temos em abundância em nossas casas e empresas.  Além de transformar-se em caixinha de presente e flores como vimos aqui, ele é um excelente organizador.
Serve para guardar rolos de papel de presente, cartolina ou mapas. Cabos em uso pendurados ficam alinhadinhos, cabos guardados separadamente arrumadinhos dentro de uma caixa. Meias, calcinhas, cuecas, miudezas diversas podem ser organizadas nas gavetas com rolinhos dentro. Relógios e pulseiras se encaixam nele e colando um no outro podemos fazer ótimos porta lápis ou maquiagem.

Opinar sobre a vida alheia é andar em campo minado, pode terminar bem ou mal, nunca se sabe onde está a bomba nem qual será o estrago em quem pisar nela. A travessia é sempre tensa e deve ser evitada, mas alguns estão sempre lá…

Tenho a mania de manifestar minhas opiniões. Fui amadurecendo e percebendo que isto é bem delicado, um palpite errado ou na hora errada ou para a pessoa errada pode prejudicar um bom relacionamento. Conheci a humildade e o respeito ao espaço alheio, que me fizeram rever meus conceitos. Observei as pessoas que falam pouco, orientais para quem a opinião individual não é o mais importante, pessoas que apoiam e ajudam com ações e não com palavras, pessoas que aconselham uma coisa e fazem outra, pessoas que não se interessam por opiniões alheias e até as que ficam irritadas e ofendidas com qualquer tipo de palpite. Já me senti patética dando conselhos, já me cansei de palpites recebidos e até enjoei de auto-ajuda…

Um dia resolvi colocar a minha mania para trabalhar para mim e para os outros sendo consultora – já que ela está sempre presente, que seja útil. Isto fez com que eu desse vazão a uma necessidade minha, desenvolvesse a arte de aconselhar (agora profissionalmente) e ainda fosse paga por isto. Só que assim a mania cresceu! Agora eu consigo ajudar mais, porém preciso ter o dobro do cuidado para não invadir o espaço alheio dos amigos, parentes e até mesmo na consultoria, pois me sinto mais apta a dar conselhos. Preciso me lembrar do direito de cada um de seguir seu próprio caminho e até de cometer seus erros e aprender com eles. Cada caso merece um tratamento especial.

Recebi inúmeros agradecimentos por ter ajudado muita gente, fiz a diferença muitas vezes justamente por ter falado o que “não deveria” ou sobre coisas que não me diziam respeito. E da mesma forma já aprendi muito com gente inconveniente que me aconselhou causando mal estar na hora, mas uma lição útil depois de alguma reflexão. Normalmente o conselho gentil é duplamente eficaz – pelo conselho e pela gentileza. Mas há momentos em que temos que ser diretos, as palavras fortes e agressivas causarão muito mais impacto. Alguém precisa se rebelar, protestar, contestar e questionar ou as coisas nunca mudam.

Onde está o limite? Para mim a resposta está novamente no amor. Procuro olhar para o outro ser humano com genuína vontade de ajudar. Penso bem antes de me manifestar: Ele precisa mesmo da minha ajuda? Ele sabe que precisa ou pediu ajuda? Ele está pronto para receber ajuda? Eu estou pronta para dar a ajuda de que ele precisa no momento certo para ele? Eu estou sendo invasiva e mal educada? Filtros assim evitam atritos desnecessários. Vamos tentar compartilhar nossa sabedoria e não nossa neurose…

Digamos que eu seja uma boa cozinheira para sobremesas e tenha uma especialidade: doce de leite com coco e canela. Sabendo que vou receber uma visita muito querida, faço com o maior carinho o doce que eu adoro e muitas pessoas elogiam. A visita chega, começa a comer com alegria e logo me pergunta se o doce contém canela. Ela passa mal e me explica que gosta de canela, mas tem alergia. A partir daí, a responsabilidade é minha se continuar a oferecer doces com canela a esta pessoa. Não importam as minhas sinceras intenções de agradá-la nem meu capricho no preparo dos doces, eu preciso aceitar que eu dou uma delícia que me faz bem e ela recebe um veneno que lhe faz mal. Se eu me esquecer ou menosprezar isso, estarei fazendo por mim e não por ela, estarei atrapalhando e não ajudando. Melhor comer outra coisa.

Curiosa a história do ladrão que não levou todo o dinheiro e ainda deixou bilhete dando conselhos à vítima

Mais interessante ainda é o juiz que determina uma pena comum acrescida da obrigação de indenizar pessoalmente a vítima! Todo o processo é bem pensado – como eles ganham o dinheiro, de onde vem e para onde vai o dinheiro que eles ganham.

Você já percebeu que na tv uma coisa faz propaganda da outra? Por exemplo: você acompanha uma novela diariamente por meses, onde há propaganda inserida no contexto como se fosse parte da história. No intervalo comercial, você vê os atores da novela anunciando produtos diversos, depois em outros programas da mesma emissora (programas femininos e de auditório) comentários sobre a novela, entrevistas com os atores sobre os seus personagens, cantores apresentado as músicas da trilha sonora.

Por fim as músicas e as peças de roupa ou acessórios usados na novela viram moda e estão à venda pela cidade. Outro dia levei um susto na sapataria ao me deparar com peças como a desta foto.

O Infância Livre de Consumismo sempre critica  propaganda voltada diretamente para as crianças, mas desta vez fala abertamente sobre a lavagem cerebral até mesmo para os adultos, em um texto curto e direto: http://infancialivredeconsumismo.com/index.php/e-muito-mais-rapido-seduzir-crianca/.

Atualizado em 11/jun: Há também a “novela da família” que na prática é voltada para as crianças e mostra bullying o tempo todo – super educativa, não percam! Ironias à parte, assistindo a um outro programa na mesma emissora, de repente a tela é (toda) invadida por um bunner da novelinha por alguns segundos. Resumindo: na TV o comercial está presente o tempo todo, seja direta ou indiretamente, não apenas nos intervalos comerciais. E no cinema também, em menor escala mas existe, na tv a cabo também! É preciso ficar alerta e ligado o tempo todo!

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