Achei o máximo esta pergunta, pergunta de gente que pensa em vez de agir como robô teleguiado!

Leia, reflita e liberte-se desta crença que nos foi implantada e só prejudica nossas crianças e nossas finanças.

Parabéns mais uma vez ao Infância Livre de Consumismo.

Muitos afirmam ser o amor ao dinheiro o maior problema do mundo, o que leva as pessoas a serem más e infelizes, cometerem atos criminosos e se tornarem escravas. Quando eles citam exemplos de pessoas que seriam materialistas e teriam este amor ao dinheiro exacerbado, eu vejo outra coisa. Vejo amor ao PODER que o dinheiro traz, o controle sobre sua própria vida e a dos outros, o respeito que deveria ser destinado a todos, o status que impressiona.

Frequentemente eu tenho a impressão que as pessoas que se deixam controlar e seduzir pelo poder financeiro do outro, essas sim tem amor ao dinheiro… E também acho que o amor ao poder é que é avassalador, impiedoso, escravizante e perigosíssimo. Deve ser administrado e trabalhado com extremo cuidado e normalmente se manifesta de outras formas não necessariamente mateirais!

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“Não estimes o dinheiro nem mais, nem menos do que ele vale: é um bom servidor e um péssimo amo”, Alexandre Dumas Filho, romancista francês do século XIX

Para você a ambição é uma coisa boa ou ruim? Eugenio Mussak discute lindamente a ambição no site da editora Abril com  Dinheiro não é tudo  e  Ambição: Qualidade ou Defeito.  Entre outras brilhantes considerações, ele abre a ambição em vários tipos, não só a de ter coisas…

T. Harv Eker, autor de Os Segredos da Mente Milionária, prefere falhar a ser medíocre…

“Now remember that we are creatures of habit. Success is a habit and so is failure! So is mediocrity which is worse than failure. It’s worse because it’s hidden! You see failure is not hidden. You fail, you’re – I don’t use that word myself but you make a mistake, you fail, it’s not hidden. It’s there. You can make a correction, yes? But mediocrity is this lukewarm thing whereby you don’t even know that it’s just upon you. It’s just this wash of nothingness, no energy! Got it? There’s not enough pain in there to make you want to move so it’s worse!”

Se você não entendeu, traduzindo e resumindo, ele diz que somos criaturas de hábito e que tanto o sucesso quanto o fracasso são hábitos. Mas o pior de tudo é ser medíocre, porque falhas aparecem e podem ser corrigidas, enquanto na mediocridade não há nada, nem energia ou dor suficiente para fazer com que você queira se mexer, então é pior!

Tudo bem que as moedas e principalmente as cédulas de diheiro sejam sujas, literalmente falando, mas percebo que a sujeira do dinheiro recebe uma atenção exagerada em relação a outras coisas igualmente ou mais contaminadas. Tudo em que pegamos, especialmente na rua, vai juntando sujeira e tem que receber uma limpezinha de vez em quando… Cansei de ver pesquisas alertando para os campeões da sujeira: corrimão, maçaneta, teclado e mouse, celular, volante e câmbio de carro, carrinho de supermercado, entre outros. Raramente vejo alguém limpando estes objetos ou dizendo por ex: eca, fechou a porta e agora está comendo com esta mão suja! E é muito comum ver alguém comendo no carro, ônibus, metrô, ou deixando o celular em cima da mesa do restaurante, pertinho do prato!

Esta noção de que dinheiro é fisicamente sujo não contribui em nada para nossa inteligência financeira, ela pode transcender a parte biológica e se impregnar como uma má impressão. Claro que não é saudável beijar dinheiro, dormir ou tomar banho com ele, guardar na lingerie, como já vi em algumas cenas de filmes…  Só quero lembrar que dinheiro é importante, deve ser respeitado, valorizado, bem gasto, bem investido. Ele pode conter germes, mas também pode conter uma possibilidade de realizar algum sonho. Ele pode estar meio rasgado e ainda assim servir para comprar coisas de que necessitamos. Ele pode passar de mão em mão, mas ele foi feito para circular e ser movimentado. A história de cada cédula ou moeda poderia dar um interessante filme, com muitas vidas envolvidas. Ele pode ter chegado às mãos de um bandido como fruto de caminhos desonestos, mas o mesmo dinheiro pode ser usado em seguida para pagar uma conta comum de um serviço “limpo”. Em termos de ética, mesmo o chamado “dinheiro sujo” não é realmente ele que é sujo, e sim a atitude de quem praticou a corrupção,  contravenção.

Lavar as mãos, limpar seus objetos onde elas tocam diariamente não é suficiente? Por que ter mais nojo da sujeira do dinheiro do que das outras coisas?

do livro  Morte, o Estágio Final da Evolução:

“Não precisamos nem devemos esperar que a morte bata à nossa porta para começarmos realmente a viver.”   …  

“Uma pessoa pode viver mais em 18 anos do que outra em 80. Para nós, viver não significa acumular freneticamente uma quantidade e uma soma de experiências fantasiadas pelos outros. Pelo contrário, é preciso viver cada dia como se fosse o único, encontrar um sentido de paz e força que combata as decepções e dores da vida, ao mesmo tempo em que é preciso sempre esforçar-se por descobrir veículos que tornem mais acessíveis, aumentem e alimentem as alegrias e delícias da vida.”  … 

“Observar e alegrar-se com o brotar das folhas na primavera, admirar a beleza do nascer do sol a cada manhã e do por-do-sol ao anoitecer, consolar-se com um sorriso ou um gesto de outra pessoa, observar com surpresa o crescimento de uma criança e partilhar a maneira de ser maravilhosamente ‘sem complexos’ entusiástica e confiante da criança em relação à vida.”  … 

“Se realmente desejamos viver, devemos ter a coragem de reconhecer que a vida é, no final das contas, muito curta e que tem importância tudo o que fazemos. No entardecer de nossa vida queremos esperançosamente ter a oportunidade de recordar e dizer: ‘Valeu a pena, realmente vivi!’ “