rever o natal dividaUma pessoa costuma gastar mais do que ganha e com isso normalmente usa o cheque especial. Ela é uma compradora compulsiva e está sempre gastando.

Sua renda padrão é de R$ 10.000,00 e gastos de R$ 11.000, portanto um saldo negativo de R$ 1.000,00. O cheque especial dela custa 10% de juros e portanto ela paga 100,00 e fica com saldo negativo de R$ 1.100,00. Agora ela tem dois problemas: o consumismo que a leva a gastar mais do que ganha e portanto é a origem da dívida e os juros do cheque especial que entram como uma despesa cara e da qual não se usufrui nada além do alívo da ansiedade de gastar. Continuando neste ritmo,  a cada imprevisto ela usará mais dinheiro ainda do cheque especial e a dívida crescerá rapidamente.

Se ela utrapassar o limite, pagará tarifas altíssimas diariamente (neste caso acho justo) e terá agora 3 problemas a resolver, o que provavelmente a levará ao CCF.  Para “limpar” o nome ela terá que desembolsar mais dinheiro. Se contratar um empréstimo para quitar o cheque especial, ela pagará IOF, tarifas e seguro, além dos juros do empréstimo, é claro. Com todos estes problemas, ela está longe de resolver o consumismo, pelo contrário, continua comprando compulsivamente…

POR ISSO PENSE BEM, MAS MUITO BEM MESMO, ANTES DE SAIR GASTANDO DO CHEQUE ESPECIAL OU CARTÃO.

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Continuo vendo casos em que a pessoa deve 10x o que ganha!

Depois das contas feitas a pessoa leva um susto e muitas vezes nem sabe como chegou a este ponto…

Não comece 2013 assim, ninguém merece viver isso, tome as providências necessárias!

“Quem entende de juros recebe, quem não entende paga.”

Carlos Wizard, no livro Desperte o Milionário que Há em Você

O que você faz para mudar os resultados financeiros de maneira efetiva? O primeiro passo é a sua educação financeira!

Nesta semana tem mais palestras, garanta já a sua vaga:

 

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ps: logo by Caio Borges do Estudio Onze.

A maioria das pessoas está acompanhando as notícias de redução de juros e ficando animada com a possibilidade de financiar um carro ou apartamento sem aquela coisa de levar um e pagar por dois. O total pago será reduzido desde que nada mais mude além da taxa de juros. Atenção: caso o prazo fique maior, a parcela menor, ou se elimine a entrada, você pode continuar a ter o mesmo prejuízo ou até mais. Exemplo:

R$ 21.500,00 financiados em 3 anos com parcelas de R$ 1.000,00 e juros de 3% ao mês resultam em R$ 36.000,00.

Reduzindo os juros para para 2% ao mês, mas aumentando o prazo para 4,5 anos e reduzindo as parcelas para R$ 650,00 o total gasto será 35.750,00 – praticamente a mesma coisa.

Veja que pode parecer um alívio para quem paga ter parcelas 35% menores, um prazo 50% mais longo e juros 33% mais baixos. Parecem 3 boas notícias, mas a única boa mesmo é a dos juros menores.

Inscreva-se nas minhas palestras virtuais, algumas são gratuitas e começam em julho!

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