O que você faz para mudar os resultados financeiros de maneira efetiva? O primeiro passo é a sua educação financeira!

Nesta semana tem mais palestras, garanta já a sua vaga:

 

Orçamento Inteligente  Elabore um plano de contas sob medida para você e use esta poderosa ferramenta para turbinar suas finanças

Chega de Dívidas  Equilibre suas contas para usar todo o seu dinheiro com mais liberdade e tranquilidade

ps: logo by Caio Borges do Estudio Onze.

Inscreva-se nas minhas palestras virtuais, algumas são gratuitas e começam em julho!

Orçamento é para você?  Conheça as vantagens e desvantagens de se ter um orçamento pessoal e como cada perfil se comporta nele

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Financiar x Poupar   História dos irmãos gêmeos que se comportavam de maneira diferente com relação às finanças

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Endividamento do brasileiro é record

Juro do cheque especial de maio é o maior desde 1999, diz BC

Para Graziano, preços altos de alimentos devem durar anos

Investimento de estrangeiros pessoas físicas em empresas brasileiras cresce 13%

Falta de planejamento de chefe atrapalha trabalho de funcionários

Vídeo sobre educação financeira para crianças

Você prefere sair bem na foto ou no filme?  Será que financeiramente o mais importante é onde você está agora ou para onde está indo e a que velocidade? Será que o mais importante é estar de pé agora ou ter a capacidade de levantar-se sempre que cair?

Depois de ver pessoas, famílias e empresas em que a aparência é maquiada, o patrimônio é oco e a trajetória é altamente oscilante, eu prefiro ajudá-los a sair bem no filme do que na foto! Vamos em busca da prosperidade!

O Globo Repórter de 08 de abril foi sobre Cingapura, um país pequeno e super próspero! Uma ilha sem muitos recursos naturais, que importa até água tornou-se um centro financeiro com a quarta população mais rica do mundo!

Leiam o resumo no G1  – tudo muito planejado, organizado e com disciplina.  No primeiro vídeo, a introdução e a briga do governo  com a pobreza, construindo imensos conjuntos habitacionais para abrigar a população carente.
Assista em um dos vídeos a aula de finanças para crianças de 7 anos:

VALE TUDO

Digamos que uma pessoa já tenha comprado a idéia de ser uma boa investidora e tenha adotado como meta em sua vida desenvolver a sua inteligência financeira. É verdade que há várias formas de atingir esta meta e vários estilos de administração do dinheiro, mas com limites, não é um vale tudo.

É nas mentiras necessárias, nas traições leves, nos pequenos roubos, nas contravenções que todo mundo faz e nas desonestidades toleradas que o vale tudo começa. Vale tudo para “chegar lá”? Lá onde? E se o “lá” não for o que se esperava ou se mudar de lugar? Sei lá… Vale tudo para “ser alguém”? Alguém rico e pronto? Alguém de sucesso não importa no que? E em nome de “subir na vida” vale agir como se fosse o ser mais importante do mundo? Pagando bem, que mal tem?

Não dá para sair ganhando em tudo, é preciso buscar o ganha-ganha. O custe o que custar até certo ponto é persistência e portanto parte da inteligência financeira, mas passar por cima de tudo e de todos é egoísmo. Quem fizer negócios baseado nestes conceitos, terá que se esforçar cada vez mais para encontrar novos parceiros. Aqueles com quem a pessoa já trabalhou não confiam mais nela. Alguns a considerarão indesejável ou até mesmo um inimigo a temer. Clientes a quem esta pessoa prometeu e não cumpriu, sócios que ela enganou, fornecedores que humilhou, colegas de quem roubou ideias. Esperteza com os números, habilidades de negociação e técnicas de venda fazem parte da inteligência financeira, desde que não se ultrapasse a linha da ética. Aceitar dinheiro para fazer coisas que a pessoa sabe que são erradas costumava ter o nome de corrupção.

Reduzir os custos compartilhando forçosamente a rede sem fio e a energia elétrica dos parentes e vizinhos não vale. Economizar no lazer esquecendo a carteira pode estragar as relações. Ligar a cobrar e ter aquele celular que só serve para receber ligações, fazer visitas sempre na hora do almoço e pedir tudo emprestado não é inteligência financeira, é exploração.

Privacidade com relação ao patrimônio que se possui é um direito de todos, embora o governo cobre estas informações na declaração do imposto de renda, ninguém precisa ficar alardeando quanto tem, deve, ganha ou gasta. Mas deixar de atender a uma necessidade ou de pagar uma dívida para que “sobre” dinheiro para investir não é inteligência financeira, é distorção do conceito de reserva. E para ter inteligência financeira não basta ter reserva, é preciso saber o que fazer com ela.  Consumir sempre o mínimo possível, cortando todos os luxos, pode parecer inteligência financeira, mas muitas vezes trata-se de avareza.

São várias escolhas por dia, especialmente as que envolvem o dinheiro. Networking por exemplo é ótimo, um pouco de política e cordialidade, sem cair na bajulação. Ausência de ambição é uma coisa deprimente que atrasa a vida da pessoa, mas a ganância insaciável também é um problema que a tornará eternamente infeliz. Vale tudo para ter uma boa renda e um bom padrão de vida? Isso não se chama inteligência financeira, o nome disto é prostituição.

Muitas pessoas ganham rios de dinheiro e vivem no mundo do luxo à custa de prejudicar outras, direta ou indiretamente. Os golpistas se consideram criativos e ágeis, mas tem tanta gente boa que esbanja criatividade… Vale viver do crime e morrer cedo, após uma vida super tensa, de constantes ameaças e fugas, colecionando inimigos? Negócios escusos com ou sem colarinho branco nunca foram inteligência financeira, mas sim bandidagem.

Vale tudo para parecer ter? Supervalorizar grifes a ponto de endividar-se para sentir-se parte da elite ou a ponto de comprar produtos falsificados, que não tem compromisso nenhum com a qualidade, só para parecer que pode, não é inteligente, é brega e fútil. Viajar correndo de um lugar para o outro sem conhecer realmente, só para dizer que já foi lá, não é inteligência financeira, é uma pena.

Aproveitar uma super liquidação para comprar usando o limite do cheque especial, adquirir cupons das ofertas do dia que depois não são usados, comprar financiado para não mexer nos investimentos, fazer malabarismo financeiro com as datas dos vários cartões de crédito… Muitas situações que parecem vantajosas não tem nada de inteligência financeira, acabam em grandes prejuízos de tempo e dinheiro.

Não, não vale tudo para “se dar bem na vida”. E ainda há muita gente de sucesso com ética, ainda bem.