Cliente mais que especial que vem adotando novos hábitos e construindo sua prosperidade:

“Tenho me sentido muito mais tranquila podendo visualizar minhas entradas, as dívidas que ainda tenho pela frente e dessa maneira podendo reestruturar as despesas do dia-a-dia.
Sinto que a visualização me deixa bem ciente e atualizada sobre minha situação financeira e assim penso melhor antes de comprar qualquer coisa.
Isso é básico, eu sei, mas sentir isso (e não apenas entender racionalmente) é muito legal.
Tenho muito a te agradecer por esse trabalho.
Algo aparentemente tão simples gera uma transformação tão grande.”

Obrigada e continue firme!

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O que você faz para mudar os resultados financeiros de maneira efetiva? O primeiro passo é a sua educação financeira!

Nesta semana tem mais palestras, garanta já a sua vaga:

 

Orçamento Inteligente  Elabore um plano de contas sob medida para você e use esta poderosa ferramenta para turbinar suas finanças

Chega de Dívidas  Equilibre suas contas para usar todo o seu dinheiro com mais liberdade e tranquilidade

ps: logo by Caio Borges do Estudio Onze.

Inscreva-se nas minhas palestras virtuais, algumas são gratuitas e começam em julho!

Orçamento é para você?  Conheça as vantagens e desvantagens de se ter um orçamento pessoal e como cada perfil se comporta nele

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Financiar x Poupar   História dos irmãos gêmeos que se comportavam de maneira diferente com relação às finanças

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Às vezes hesitamos diante de um valor alto, sem perceber que pode ser um bom negócio disfarçado. Surge uma necessidade ou oportunidade de fazer algo que tenha um custo assustador e ficamos paralisados sem decidir nada. Só que no dia-a-dia assumimos compromissos que acabam sendo equivalentes ou até de maior valor, só porque estão parcelados. Dois exemplos que já vi algumas vezes:

A pessoa paga um aluguel mais caro do que deveria e, como ele não cabe no orçamento, acaba  em dívida. Depois de um tempo endividada, ela se incomoda e pensa em mudar-se dali para um lugar mais barato, mas fica adiando a decisão por não ter dinheiro para pagar uma mudança. O que assusta é o valor alto de uma vez, como  3.000 pela mudança para quem já está sem dinheiro. Acontece que pagando um aluguel de, digamos, 300 a mais do que deveria por mês, ela gasta estes mesmos 3.000 em 10 meses, fora os custos da dívida. Então a mudança seria um investimento de custo único e retorno em 10 meses, desde que ela mude para um lugar pelo menos 300,00 mais barato.

A pessoa abre uma empresa, muda de área e a mantém sem usar nem receber rendimento algum. Toda empresa aberta, mesmo inativa,  precisa pagar tributos para o governo e os serviços de um contador, digamos que neste caso seja um salário mínimo por mês (arredondando 550) em média. Depois de alguns meses, a pessoa deseja fechar a empresa mas descobre que isto custará cerca de 5 salários mínimos (arredondando, 2.750) e diz não ter todo este dinheiro. A cada 5 meses mantendo aberta ela gasta o mesmo valor que gastaria encerrando a empresa e se ela fechasse mesmo, após 5 ou 6 meses com o dinheiro economizado já poderia até abrir outra se preciso.

O cartão é uma forma de pagamento arriscada.

1. Você digita apenas uma senha. Alguns poucos bancos pedem mais informações de controle como data de nascimento, coisa que também não é tão secreta assim…

2. O caixa de um estabelecimento comercial normalmente é filmado 24h e sua digitação de senha também será.

3. O pessoal da(s) fila(s) não mantém aquela distância mínima do caixa eletrônico do banco, fica fácil de ver o que você está digitando, além de seu nome, banco e conta.

4. Os atendentes nem sempre “lembram-se” de virar o rosto, alguns até se ofendem quando você olha para eles na hora da senha…

5. Na máquina ficam gravadas muitas informações importantes suas.

6. Nem precisamos mencionar os golpes e fraudes envolvendo cartões, coisa que você vê nos noticiários frequentemente.

Uma alternativa é cobrir a mão que digita com a outra mão. Você tem mais alguma sugestão?

Ainda não inventaram forma de pagamento mais anônima do que o dinheiro. Você pode entrar e sair sem que ninguém saiba nada de você.  Pagando com dinheiro você corre pouco risco de gastar demais, pois está vendo claramente o seu  limite.

As desvantagens são esquecer onde e em que gastou, além dos riscos de roubo e perda.

Calcule a quantia ideal para levar, procure sacar durante o expediente e no banco, guarde o dinheiro em lugares bem pensados. Ah, lembre-se de onde guardou, outro dia fiz uma “lavagem de dinheiro” sem querer, por ter esquecido umas notas no bolso da minha calça 🙂 Acostume-se a pedir comprovantes, sejam notas fiscais ou recibos e registre o gasto em um caderninho, celular ou agenda.

Quanto de seu orçamento ainda está pagando pelo passado, quanto dinheiro você realmente gasta com o seu presente e quantos recursos financeiros você direciona para o seu futuro?

Passado: dívidas em geral, especialmente compras por ex. supermercado, que você já consumiu e ainda está pagando por elas. Presente: tudo o que você usufrui hoje e gasta para manter o que já tem, por ex. carro. Futuro: aquele dinheiro poupado do consumo que você investe para usar depois de meses ou anos.

O percentual de cada um reflete o que você realmente quer para a sua vida?

Eugênio Mussak classifica nossa relação com o futuro em 3 tipos, confira no Sapiens Sapiens. “Se considerarmos que o que existe mesmo é o presente, por que dizem que é tão importante viver o tempo futuro? Qual é, afinal, nossa conexão com um tempo que ainda não existe e que nem sabemos se existirá?”

Quando você pensa em uma boa educação você pensa em muitos cursos nas escolas mais caras possíveis? Será?

Eu já tive acesso a material de excelente qualidade na Internet, lembrando que nem sempre gratuito quer dizer pirata. Tem cursos online que nem doem no bolso, confira alguns que eu selecionei

Já li livros que bem aproveitados foram como cursos. Mas para isso é preciso disciplina, claro.

Cuidado com as grifes, já ouvi estórias escabrosas de universidades conceituadas e caras, depende do professor, da coordenação, etc.