“Banco é uma instituição que empresta dinheiro se a gente apresentar provas suficientes de que não precisa de dinheiro.” Barão de Itararé

2012, o ano que já acabou

Como se proteger dos crimes virtuais

Motorista vai economizar até R$ 1.150 com carros mais eficientes

O executivo e o pescador

Nem a Dilma nem os ministros terão aumento em 2013

Empregos garantidos e salários promissores

Seguros, agora acessíveis a todos

Curiosa a história do ladrão que não levou todo o dinheiro e ainda deixou bilhete dando conselhos à vítima

Mais interessante ainda é o juiz que determina uma pena comum acrescida da obrigação de indenizar pessoalmente a vítima! Todo o processo é bem pensado – como eles ganham o dinheiro, de onde vem e para onde vai o dinheiro que eles ganham.

Quando você concorre a um prêmio ou ganha um brinde e para isto só precisa preencher o cadastro “sem pagar nada”, lembre-se: você já está pagando! No caso de um site, e-mail, palestra, evento em que você se inscreva até faz sentido dizer quem você é, mesmo assim o questionário as vezes é desproporcional.

Seu nome + dados cadastrais atualizados valem dinheiro, quanto mais dados e quanto mais alto o seu nível sócio econômico, mais dinheiro eles valem. Estes dados são manipulados de várias formas por muitas pessoas e normalmente acabam trocados ou vendidos em um comércio que em grande parte é ilegal.

Ok, pode ser que você não ligue nem um pouco e que se exponha bem mais ao fazer dívidas e preencher cadastros maiores ou ao “enriquecer” seus perfis nas redes sociais. Pode ser que você não se importe com o risco nem com os spams e que considere este um preço baixo perto do benefício. Só estou lembrando que é gratuito só até certo ponto.

O G1 nos lembra de ficar atentos! Tem gente que escancara tanto a vida na Internet que dá “vergonha alheia” de ver… O pior é que expõe os filhos, marido, amigos e parentes junto!

Programas ‘varrem’ a web para coletar informações nas redes sociais – Criminosos podem imitar trabalho do Google para reunir dados 

Quadrilha escolhia vítimas para sequestro pela internet, diz polícia – Em SP, grupo manteve estudante de 19 anos em cativeiro por 5 dias. Especialista orienta a usar controles de privacidade das redes sociais.

Um terço do tempo online é gasto com redes sociais, aponta pesquisa – Estudo revela que norte-americanos gastam 36% do seu tempo online com Twitter, Orkut e Facebook. Jogos ficam com 10% do tempo na internet

Agora soube de mais um caso real recente: a pessoa foi pagar o combustível no posto e por sorte digitou um algarismo a menos – quando olhou no visor estavam os 3 algarismos iniciais da senha e não ***.  Na hora chamou o gerente do posto, foram todos para a delegacia, etc.  Um cidadão deixava semanalmente R$ 400,00 com o frentista para ele anotar as senhas que, combinadas com o número dos cartões registrados na máquina, possibilitavam a eles fazer transações no lugar do real cliente.

Na hora de pagar com os cartões, toda a atenção com o que o funcionário está fazendo.  No post clonagem de cartões já havia alertado para as senhas.  Ao digitar a senha, verifique primeiro se está escrito SENHA no visor da máquina leitora de cartões e então digite cobrindo as mãos ou disfarçando de alguma maneira para que uma pessoa curiosa ou uma câmera não vejam que algarismos você digitou. Melhor ainda se o seu banco pedir uma segunda informação variável depois da senha, como dia do nascimento.

o seu cartão de crédito não deve sair da sua vista e, pela rapidez e eficiência que podemos ver neste vídeo da Globo, não deveria nem sair de suas mãos… o aparelhinho carinhosamente apelidado de “chupa-cabra” é tão fácil que dá medo, a matéria recomenda atenção total, especialmente em casas noturnas (pouca luz + álcool) e postos de gasolina (distância).  senhas, como sempre, são pessoais, intransferíveis e devem ser digitadas cobrindo as mãos e no momento certo, para  aparecer as ****.

O que vocês acham disso: se quisermos manter relações com as instituições financeiras, somos INTIMADOS a preencher longos e detalhados cadastros e mantê-los atualizados.

O endereço é usado para correspondência comum, mas normalmente o e-mail e o(s) telefone(s) são usados só para coisas do interesse da própria instituição. Por exemplo, receber um telefonema avisando que seu investimento está rendendo pouco em relação àquele outro ou que ao invés de ficar pendurado no cheque especial vc poderia fazer um empréstimo pessoal bem mais barato, isso não costuma acontecer… O mesmo para sites Internet, especialmente os gratuitos.

O que realmente acontece é termos nossa vida ESCANCARADA para milhares de pessoas (já fui bancária) e dados pessoais e hábitos de consumo nossos COMERCIALIZADOS livremente entre as instituições. Depois começamos a receber enxurradas de ofertas de cartões e conta-corrente em tom de quem dá um presente ou até faz um favor, como se eu não soubesse que estes são os produtos que mais rendem a eles, por envolverem crédito.

Lembrando que do outro lado da linha de um telemkt há uma pessoa pressionada e cumpridora de ordens, procuro ser minimamente educada… Uma idéia interessante que já vi foi o fornecimento de um dado incompleto para cada instituição e depois vc pelo menos fica sabendo quem vendeu seu cadastro. Por exemplo – seu nome é José Antônio da Silva Xavier, no cadastro preencha José A. da S. Xavier (seja esperto, se o funcionário for comparar com o RG, abrevie o endereço por ex.). Se for possível mudar periodicamente de telefones, endereços e e-mails melhor ainda. Senhas então devem ser sempre alteradas, já me deparei com a lista de e-mails do Terra com senha! Outra opção é escolher um endereço, um telefone e um e-mail para “sacrifício” e preencher todos os cadastros com eles. Preencha somente o que for obrigatório, mais nadinha e não dê informações pelo telefone. Limpe seu programa navegador de Internet com frequência. Mais idéias?

Por fim, achei um artigo sobre isso que a-do-rei, para quem tiver paciência de ler é MUITO INTERESSANTE, espec. a parte da legislação.

http://www.mt.trf1.gov.br/judice/jud9/cadastro_consumo.htm